O Fim da Inclusão Digital
A lei do Bem
Lendo sobre tecnologia e incentivos que o governo proporcionou
temos a Lei do Bem, que foi uma medida para reduzir o mercado cinza de equipamentos de informática. Os especialistas afirmam que esta lei alavancou e trouxe da clandestinidade
os produtos e peças de informática e eletroeletrônico.
Segundo pesquisas “Em 2004, os montadores
ilegais abocanhavam 73% das vendas no país. A partir da Lei do Bem,
se verificou uma acentuada diminuição na participação dos computadores
comercializados no mercado cinza, que hoje é inferior a 20%. ”.
(Http://idgnow.com.br/mobilidade/2015/09/01/acabar-com-a-lei-do-bem-e-condenar-o-pais-ao-atraso-diz-abinee/).
(Http://idgnow.com.br/mobilidade/2015/09/01/acabar-com-a-lei-do-bem-e-condenar-o-pais-ao-atraso-diz-abinee/).
Esta mesma lei que proporcionou tantos empregos de forma direta e indireta, e retirou trabalhadores da
informalidade, aquecendo assim a economia com o recolhimento de impostos, está para acabar com o anúncio do governo de aumentar impostos sobre produtos de tecnologia.
Com a publicação da MP 690 que elimina os efeitos do Programa de Inclusão Digital contido na Lei do Bem, que isenta de PIS/Cofins as vendas no varejo ao consumidor de tablets, computadores e smartphones, o governo opta pela volta da informalidade na economia, com a diminuição de empregos formais e da arrecadação de outros impostos na cadeia.
Como os economistas avaliam estamos andando para trás na eminência de uma década perdida. A inclusão digital muito falada nos últimos anos está sendo deixada de lado, e com números cada vez mais crescente de linhas ativas segundo a Anatel que trouxe uma conectividade mais abrangente, aumentar os preços dos eletroeletrônicos à esta hora estaremos andando igual a caranguejos e deixando de se desenvolver, será que realmente vamos virar a nova Grécia?
Com a publicação da MP 690 que elimina os efeitos do Programa de Inclusão Digital contido na Lei do Bem, que isenta de PIS/Cofins as vendas no varejo ao consumidor de tablets, computadores e smartphones, o governo opta pela volta da informalidade na economia, com a diminuição de empregos formais e da arrecadação de outros impostos na cadeia.
Como os economistas avaliam estamos andando para trás na eminência de uma década perdida. A inclusão digital muito falada nos últimos anos está sendo deixada de lado, e com números cada vez mais crescente de linhas ativas segundo a Anatel que trouxe uma conectividade mais abrangente, aumentar os preços dos eletroeletrônicos à esta hora estaremos andando igual a caranguejos e deixando de se desenvolver, será que realmente vamos virar a nova Grécia?

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